Caso Ana Paula: reconstituição mostra como foi o crime que chocou Campos

Dezenas de agentes da Polícia Civil e da Guarda Municipal de Campos passaram toda a quarta-feira (11) envolvidos na reconstituição do crime que tirou a vida da jovem universitária Ana Paula Ramos, morta por  criminosos no dia 19 de agosto deste ano a mando, segundo as investigações, da própria cunhada, Luana Sales.

Quem comandou a reconstituição foi o delegado titular da Delegacia de Guarus, Luiz Maurício Armond, que percorreu todos os locais com a mandante Luana e os executores, Igor Magalhães de Souza e Wermison Siguimaringa Ribeiro, todos encapuzados.

De acordo com a reconstituição, tudo começou na Lagoa do Vigário, onde Ana Paula foi atraída por Luana com a justificativa de as duas fazerem algumas fotos juntas, já que o mês de agosto estava próximo da data de casamento da vítima. A universitária seria morta naquele local, porém, devido ao grande fluxo de pessoas no local, Luana e os assassinos decidiram atrair a moça para outro local.

Esse outro local, segundo a reconstituição, foi a Praça do Parque Rio Branco, onde o crime, de fato, aconteceu. Depois da reconstituição no local exato onde Ana Paula foi covardemente assassinada, policiais civis e guardas municipais retornaram para a Praça de Custodópolis, onde teria sido feita a negociação entre Luana e Wermison, suspeito de ser o intermediário de toda a emboscada.

Em entrevista, Luis Maurício informou que a dinâmica está coerente com a informação passada pelos suspeitos e com as mensagens trocadas por eles no dia do crime.

A reconstituição do crime que chocou Campos e ganhou destaque até na mídia nacional atraiu a atenção de centenas de moradores, que não pouparam xingamentos à mandante e aos executores.

 

 

 

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