O melhor do bodyboard com o campista Gugu

O melhor do bodyboard com o campista Gugu

Todos que gostam de esporte, um dia já se sentiram nele, representados. Com 46 anos, o campista Carlos Aberto, apelidado carinhosamente como Gugu, tem muito mais que a metade da vida dedicada ao esporte, tanto na prática efetiva da palavra, quanto trabalhando com o mesmo.

Com apenas 9 anos, na praia de Grussaí-SJB, já escrevia seu nome na história do esporte. Depois que ganhou a sua primeira prancha de Bodyboard, nunca mais parou.

Com o esporte no DNA, inteligência e um carisma indiscutível, Gugu seguiu firme e forte, e assim, lá se vão décadas de histórias contadas.

Em 84 a modalidade explodia no Brasil, em Campos e região e foi um sucesso. Ocorreram vários campeonatos até a década de 90, quando o governo municipal incentivava mais a prática de bodyboard.

Em 2019 Carlos disputou o último Campeonato Brasileiro. A próxima etapa está programada para mês que vem. “O bodyboard preenche bem o tempo do jovem, trabalha toda expressão corporal”.

Carlos Alberto também é músico, toca ukulelê. Quando não está trabalhando, dedica-se aos treinos e condicionamento físico. “Nas viagens sempre levo minha prancha, tento conciliar, mas nem sempre consigo!”

Gugu conta que o bodyboarding pode ser praticado em todas as idades, sendo importante até para conscientização de preservação do meio ambiente. “O esporte é muito enriquecedor!”

Atualmente, Alberto compõe o quadro de diretoria do Departamento de Projetos da Fundação de esportes, sendo responsável por projetos de captação de recursos. Faz parte da organização do Circuito Macaé Master e da Liga Nacional de Bodyboarding. “Fui o primeiro a conseguir enquadrar os jogos estudantis de Campos na Lei de Incentivo ao Esporte”. Meu sonho é tocar, cantar e surfar no Havaí!”

Pouca gente sabe, mas a famosa jornalista esportiva Glenda Kozlowski é ex-bodyboarder, inclusive já foi campeã mundial nos anos 1980. Glenda mostrou mais uma vez que lugar de mulher é onde ela quiser!

Gugu faz parte do grupo seleto de surfistas de bodyboard, sempre incansável na luta pela inclusão de jovens no esporte! Modestamente falando: “o surf pra mim é como uma obra de arte, onde o mar é o papel, a prancha é o lápis e eu sou artista!”.

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*Mateus Chagas é formado em direito, gerente de contratos da W Seg e entusiasta do esporte campista