Não compre, adote!

No Brasil, embora não haja uma estatística oficial, o número de animais simplesmente “jogados fora” e abandonados à própria sorte pode chegar a 20 milhões.

É triste e, ao mesmo tempo, inacreditável que muitas pessoas ainda prefiram comprar um cãozinho ou um gatinho, de criadores ou online (que utilizam suas “matrizes” [fêmeas] como ferramentas para ganhar dinheiro), com tantos animais precisando ser adotados, precisando de um lar.

Se entendermos que animais não são mercadorias, mas seres capazes de sentimento, que têm necessidades de amar e de serem amados, concordaremos que não há sentido em se comprar animais. Comprando um animal, você estará incentivando um comércio muito injusto, o comércio de seres vivos. Lembre-se que só haverá vendedor se houver comprador.

Adotar um animal é valorizar a vida. Um cão ou gato é capaz de sentir emoções – como dor e alegria/excitação – e por isso, sofre tanto quanto nós, humanos. É recuperar uma vida literalmente jogada fora. Ao adotar um animal carente, você ensina ao seu filho, às crianças com quem você convive, verdadeiros valores de responsabilidade, comprometimento e, sobretudo, humanidade. Ao adotar, você ajuda a reduzir o número de cães e gatos abandonados.

E não há recompensa maior do que vê-los se transformarem naquela coisinha alegre e saudável depois de receberem uma boa dose de cuidados e carinho.

Pensando bem, a pergunta é outra: se você pode mudar o destino de um animal carente, por  que você não faria isso?

#Adote
#PATA
Adoção, um ato lindo e generoso de amor.

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Marcelle13 Posts

Fernanda Rangel é psicóloga com atuação nas áreas cognitivo comportamental, atendimento a crianças, adolescentes e adultos e psicologia do emagrecimento.

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