O Heliporto de Farol de São Tomé completou quatro anos de operação sob a gestão da Infra Aeroportos e se consolida como um dos principais vetores de crescimento de Campos dos Goytacazes. A data foi celebrada em evento no Hotel Nobre, reunindo autoridades municipais e representantes da cadeia offshore, em um balanço marcado por números expressivos: desde setembro de 2021, já foram transportados mais de 1,38 milhão de passageiros e realizadas 114 mil operações de aeronaves, com crescimento superior a 35% no fluxo de passageiros e 40% no número de pousos e decolagens.
Representando o prefeito Wladimir Garotinho, o presidente da CODEMCA, Thiago Virgílio, destacou o papel fundamental da Companhia de Desenvolvimento em acompanhar e fiscalizar o contrato de concessão firmado com a Infra Aeroportos. Segundo ele, a decisão de manter a operação ativa foi acertada e hoje se traduz em resultados que impactam positivamente toda a cidade.
“O Heliporto é mais que um equipamento estratégico para a indústria offshore. Ele se tornou um eixo de desenvolvimento econômico, capaz de movimentar hotéis, pousadas, restaurantes e o comércio em geral, além de projetar Campos no cenário nacional. É fruto de uma luta do prefeito e de um trabalho sério da CODEMCA para garantir que essa estrutura fosse preservada e expandida”, ressaltou Thiago Virgílio.
Com capacidade para receber cerca de 3 mil passageiros por dia, o Heliporto de Farol conta com 18 posições para helicópteros, quatro hangares, nove balcões de check-in, além de infraestrutura moderna para operações seguras e ágeis. A presença de grandes empresas do setor, como Petrobras, Líder Aviação, Omni, Bristow e PRIO, confirma sua importância estratégica. Em breve, a base da CHC também será inaugurada, ampliando ainda mais o potencial da unidade.
Para a gestão municipal, o avanço do Heliporto representa também oportunidade social, já que amplia a geração de empregos diretos e indiretos e fortalece o turismo no litoral campista. A CODEMCA, sob a presidência de Thiago Virgílio, segue como protagonista nesse processo, garantindo que os investimentos cheguem à população e que Campos se mantenha no centro da indústria de óleo e gás.









