A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) promoveu uma exoneração em massa no gabinete do deputado estadual Thiago Rangel, afetando 40 assessores e o chefe de gabinete da estrutura do parlamentar. A medida, publicada em edição extraordinária do Diário Oficial, representa um corte drástico em uma folha de pagamento que alcançava o montante mensal de aproximadamente R$ 220 mil. Essa movimentação ocorre em um momento de desdobramentos políticos significativos para o deputado, que é uma figura conhecida na região de Campos dos Goytacazes e tem base eleitoral no Norte Fluminense.
A decisão da Alerj de desligar quase a totalidade da equipe de Rangel levanta questionamentos sobre a continuidade dos trabalhos de seu mandato e as motivações por trás de uma redução tão severa de pessoal. O valor economizado com as demissões destaca o peso financeiro que a estrutura de assessoria exercia sobre os cofres públicos. Até o momento da publicação, o gabinete não detalhou se haverá uma reestruturação imediata ou como o atendimento às demandas parlamentares será mantido sem o corpo técnico e político exonerado. O caso segue repercutindo nos bastidores do Legislativo fluminense, enquanto o deputado ainda não se manifestou oficialmente sobre o impacto das medidas em sua atuação na Casa.









