A delegada responsável pelas investigações das mortes da jovem Letycia Peixoto da Fonseca, de 31 anos, e do filho dela, Hugo, que não nasceu prématuro com oito meses, disse que as investigações continuam e que nenhuma possibilidade está descartada. Questionada se há suspeitas de que outras pessoas tenham participado do crime, Nathália Patrão disse, em tom de certeza, que há suspeitas sim. Sem mencionar nomes ou indicar a participação da “mulher” do empresário, ela disse que, inicialmente, não é suspeita, mas que outras pessoas podem estar envolvidas.
Ao contrário do que se aventou na internet, Letycia não era amante de Diogo. Os dois já moravam juntos, embora ele ainda fosse casado no papel com a ex-mulher. Outra coisa que intrigou à polícia foi o fato de Diogo não querer ceder material genético para comprovar a paternidade do pequeno Hugo, que morreu no dia seguinte a mãe ser baleada.
Acompanhado dos advogados, Diogo esteve na Delegacia do Centro nesta segunda-feira (6), onde prestou outro depoimento. A ex-mulher do empresário já havia prestado depoimento e disse não conhecer Letycia.









