Justiça de Campos autoriza exumar corpo de criança por suspeita de troca em maternidade

A Justiça de Campos autorizou a exumação do corpo de um bebê que morreu na maternidade da Sociedade Beneficência Portuguesa da cidade. Por meio de exame de DNA, os país querem confirmar se a criança enterrada é mesmo filha deles.

De acordo com a advogada da família, que é de Cardoso Moreira, o casal achou a criança morta muito diferente da que eles tinham visto no dia do nascimento. O bebê foi levado para a UTI logo após o parto, no dia 23 de outubro de 2017, na Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos. O motivo foram problemas respiratórios, segundo a equipe médica informou na época.

A desconfiança aumentou depois que o casal recebeu documentos do hospital que mostravam datas diferentes da morte. Em um deles consta que o recém-nascido morreu no mesmo dia do nascimento, enquanto o outro declara que a morte foi no dia 3 de dezembro, data do enterro. O corpo está no Cemitério de Cardoso Moreira.

O processo depende do IML, que informou, nesta sexta-feira (1), que não há data prevista para a realização do exame.

O tipo sanguíneo do bebê também é diferente nos dois prontuários do hospital. Os pais acreditam que o bebê pode ter sido trocado e querem confirmar, inclusive, se o filho deles pode estar vivo.

A reportagem do jornal Notícia Urbana entrou em contato com a direção do Hospital Beneficência Portuguesa de Campos e aguarda posicionamento.

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