Paulinho Moska é a atração do encerramento da 10ª Bienal

A Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima (FCJOL) confirmou nesta segunda-feira (5), mais uma grande atração para a 10ª Bienal do Livro de Campos, que tem como tema “Leitura que Liberta”. No domingo (25), o cantor e compositor Paulinho Moska vai encerrar o evento com duas participações em ações em contato direto com público.

Às 17h30, Paulinho participa de um bate-papo com os fãs, no qual contará um pouco de sua carreira que tem passagens, além da música, pelo teatro e diversos filmes do cinema nacional, e suas composições que vêm desde a época de fundação da banda “Inimigos do Rei”, no final da década de 1980, quando emplacou músicas que ainda hoje permeiam o consciente e inconsciente popular como “Uma barata chamada Kafka” e “Adelaide”. Mais tarde, Paulinho Moska redefiniria seu nome na Música Popular Brasileira (MPB) com composições como “A seta e o alvo”, “Pensando em você” e “Tudo novo de novo”, que foi ponto de partida para uma temporada de experiências com artistas da América Latina.

Às 19h, Paulinho sobe ao palco da concha acústica com seu novo show repleto de músicas inéditas e autorais “Beleza e Medo”, que também traz músicas que o consagraram. Depois de dois anos percorrendo o Brasil com o show “Violoz”, em que se apresenta somente com violão, Paulinho volta ao “Pop Rock”, em comemoração aos 25 anos de carreira solo, em show com banda, dirigido pelo musicista Rodrigo Suricato, vocalista e guitarrista do Barão Vermelho.

Para o chefe de gabinete da presidência da FCJOL e membro da Comissão de Organização da Bienal, Pedro Lincoln, será uma ótima oportunidade de proximidade entre público e artistas e de intercâmbio de artistas locais com um fechamento grandioso para o evento.

— É um ganho muito grande para nós, a oportunidade de ouvir Paulinho Moska, poder ter essa interação mais próxima dos nossos artistas locais com artistas reconhecidos nacionalmente, um artista consagrado que gosta de falar sobre suas composições e ter esse bate papo sobre sua carreira aqui na Bienal. Junto a isso, ele vai nos prestigiar com um grande show, no final de tarde, um fechamento que eu tenho certeza que vai ficar marcado na história da Bienal e na história dos músicos locais — disse Pedro Lincoln.

A 10ª Bienal do Livro de Campos tem patrocínio da concessionária Águas do Paraíba e Realiza Construtora, com realização da Prefeitura de Campos e Sesc, e conta também com o apoio do Boulevard Shopping e Instituto Federal Fluminense (IFF). Além de ter como patrono Nilo Peçanha, que foi presidente do Brasil em 1909 e 1910, a Bienal homenageará também Antônio Roberto Fernandes, Félix Carneiro (Felinho) e Lenilson Chaves, que implantou a Bienal do Livro em Campos, em 2000. Toda programação da 10ª Bienal do Livro de Campos está sendo elaborada por uma comissão da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima (FCJOL).

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