Parentes da pequena Geovana Alves de Araújo Peixoto, que tinha apenas um ano e oito meses quanto teve a vida ceifada no último domingo em Campos estão revoltados com a justiça. Além da perda irreparável da criança e da internação dos pais, os familiares da menina alegam que o motorista foi levado para a Delegacia do Centro, mas sequer prestou depoimento. Ele teria se negado a fazer o teste do bafômetro, mesmo estando aparentemente embriagado.
De acordo com familiares de Geovana, pai, mãe e filha retornavam da igreja no momento em que o motorista, em uma caminhonete em alta velocidade e na contramão, provocou o acidente. “Minha sobrinha morreu ao dar entrada no Ferreira Machado. Minha irmã fraturou as pernas, costela e mandíbula. O meu cunhado permanece na UTI. E o infeliz? Entrou na Delegacia, disse que não daria depoimento e foi pra casa tranquilamente”, escreveu.
Em outro trecho, a tia da criança diz que a mãe nem sente a dor física provocada pelas fraturas, mas chora pela falta da filha. “Desgraçado, destruiu uma família”, desabafou.









