Ponto crítico de alagamentos na Princesa Isabel passa por intervenção

Está perto do fim um antigo transtorno para quem utiliza o cruzamento da Avenida Princesa Isabel com a Rua Santo Afonso, antiga Rua do Leão. Os constantes alagamentos no local, ocorridos toda vez que chove mais forte ou por horas seguidas, eram causados por um entupimento na galeria de manilhas de 400mm no cruzamento. O reparo está sendo feito pela equipe da “Operação Tapa Buracos”, da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana (SMIMU), que acontece em diversos pontos da cidade, incluindo serviços de obra civil em ralos, calçadas e poços de visita (PV).

“Estamos retirando cerca de 12 metros de manilhas no trecho, completamente entupidas de terra e comprometidas, que estão sendo trocadas por manilhas novas. Estamos também construindo um poço de visita no local, para que equipes de manutenção possam entrar na galeria e desentupir, evitando os alagamentos”, explica Rodrigo Pimentel, encarregado da empresa contratada para os serviços.

Pelo menos nos últimos oito anos, quem mora ou utiliza o trecho sofre nos períodos de chuva forte. “Fica completamente alagado, com mais de meio metro de água. Carros passam e jogam água na gente. Fiquei satisfeito ao ver o trabalho sendo feito”, afirmou o artesão José Carlos Moço, o Pardal, que tem uma loja na esquina. “Isso aqui era horrível, parecia um rio. Agora creio que vai ficar bom”, completa a ciclista Paula Lopes, que sempre utiliza o trecho.

O trabalho no trecho de manilha no cruzamento é apenas um dos realizados pela frente de obras por diversos pontos da cidade. Além dos serviços de reparo em asfalto e obras civis na área central e nos bairros, equipes atuam também no distrito de Travessão e em um canal secundário de drenagem em Guarus. A intenção é preparar a cidade para o período de chuvas, que começa agora e vai até o fim de março.

“Temos uma cidade plana, com muitos pontos baixos e com o reparo e desobstrução de sistemas de drenagem, esperamos não enfrentar os mesmos problemas ocorridos no último verão. Reiteramos o pedido para colaboração das pessoas não deixando nas calçadas materiais de construção ou lixo, que a água da chuva acaba carregando para as galerias”, orienta o diretor de Obra da SMIMU, Thiago Cordeiro.

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