A sessão da câmara de vereadores de Campos nesta quarta-feira (24) foi marcada, mais uma vez, por troca de farpas e pela ausência da votação do novo código tributário, que é, na real, aumento de impostos para a população.
Na sessão de ontem, o destaque ficou para o vereador Marquinho Bacellar, que comentou sobre um vídeo, no qual um empresário de Campos informou que um grupo de vereadores, que seria de oposição ao governo, estaria entrando na justiça para embargar as obras. Em resposta, ao que, segundo ele não seria verdade, o édis disse que “oposição defende o povo” e “ninguém entrou na Justiça para impedir a obra”.
“Pelo contrário, fiz um pedido ao meu irmão Rodrigo Bacellar (deputado estadual licenciado, hoje secretário estadual de Governo) para conseguir uma verba junto ao governo estadual para a conclusão das obras do camelódromo e também para solucionar o piscinão da ponte Rosinha”, disse Marquinho.
Alguns governistas e a maioria dos independentes usaram o tempo de fala para defender a atuação do vereador Raphael Thuin (PTB), enquanto esteve à frente da Fundação Municipal do Esporte, no então governo Rafael Diniz (Cidadania). Thuin sofreu ataques na Casa relacionados à sua gestão no antigo governo, assim como, perdeu dez cargos no governo Wladimir, entre eles, a presidência da Fundação, o que teria sido uma represália. No segundo turno, no ano passado, o parlamentar pediu voto para a candidatura do atual prefeito.
“Essa briga de lado A e B me deixa triste. Apoiei Wladimir no segundo turno e continuo achando que é o melhor, mas quando me coloco contra o aumento de imposto virei inimigo”, desabafou Thuin. O presidente da Casa, Fábio Ribeiro (PSB), disse em tom conciliador: “Sou seu fã”.









