Um laudo pericial apontou que a provável causa da morte de Erika Silva Marques, de 25 anos, e da filha, Maria Gabrielly da Silva Fernandes, de apenas 6, pode ter sido envenenamento. Os corpos das duas foram encontrados na noite de terça-feira (25) em uma residência localizada na Rua Nossa Senhora da Penha, em Campos. Diferente da suspeita inicial de asfixia e overdose por remédios, exames preliminares nos corpos indicaram a presença de vestígios de veneno para matar ratos, também conhecido como “chumbinho”, nos corpos de mãe e filha.
As duas foram encontradas abraçadas sobre a cama do imóvel. A polícia trabalha com a linha prioritária de que a mãe teria envenenado a criança e, em seguida, tirado a própria vida. No entanto, os investigadores enfatizam que nenhuma hipótese foi descartada e a apuração segue em andamento para esclarecer toda a dinâmica do ocorrido.
A localização dos corpos aconteceu após moradores da região estranharem o forte odor vindo do imóvel e acionarem as autoridades. Por conta do estado em que as vítimas foram encontradas, a equipe pericial levanta a possibilidade de que o falecimento tenha ocorrido dias antes da descoberta.
De acordo com depoimentos prestados por familiares, a jovem de 25 anos tinha histórico de depressão. Outros parentes e testemunhas devem ser ouvidos nos próximos dias por policiais da Delegacia do Centro.










