A prefeita de São João da Barra, Carla Machado, que assumiu não ter tomado a vacina contra a covid-19 após ser barrada em uma entrevista num canal de televisão de Campos explicou o porquê de não ter tomado a vacina.
Afastando todos os rumores de que fosse cardiopata, Carla disse que não tomoi porque fez uma angioplastia. Além de não ter tomado, Carla não recomentou que os pais desse a vacina nas crianças. O desaconselhamento aconteceu no mesmo dia em que a cidade de Lençois, em São Paulo, suspendeu a vacinação após uma criança ter tido parada cardíaca.
“Vou pedir às mães: olha a bula! Se eu tivesse filho, eu não vacinaria. Tem um RNA Mensageiro, né? Porque a Anvisa… A vacina, para vocês entenderem, precisa de no mínimo cinco anos para que sejam comprovados os efeitos colaterais. A Pfizer, por exemplo, não se responsabiliza por quaisquer efeitos colaterais. Mexe com o RNA, essa proteína aí, que é uma proteína que pode, né?, dar algum tipo de problema. E eu não poderia deixar de vir aqui falar como mãe, que a gente sempre é, independente do filho estar presente ou não, conosco. Nós estamos aí, preparando um medicamento natural, sem efeito colateral, para ajudar na imunidade das crianças. A secretaria de Saúde já está providenciando e vocês pensem. Elevem o pensamento a Deus, peça para orientar vocês. Leve seu filho ao pediatra antes, pede para ele assinar, indicando a vacina”, opina.
Durante a transmissão, Carla manifestou “dúvidas” em relação aos imunizantes usados para combater o avanço do novo coronavírus e suas variantes.
“Eu não sou antivacina. Tomei várias. Sou à favor da ciência. Só que eu tenho minhas dúvidas e acho que (não me vacinar) é um direito se eu não prejudico ninguém, porque tomando ou não tomando a gente continua a transmitir e continua a se contagiar. Aqui, a gente nunca impôs a ninguém. No dia em que abriu a companha de vacinação, eu estava ali, junto, incentivando os funcionários. Fui à vacinação dos idosos. Sempre fui entusiasta da vacinação. Minha formação é na área Contábil e do magistério. E sei que tem especialista, mas não existe verdade absoluta, a verdade é relativa. Como tem cientistas que acham que a vacina ajuda, tem outros que acham que não. Eu comecei a pesquisar isso, não me senti no direito de falar isso com ninguém, pois não sou especialista, não sou cientista. Eu fiz a minha parte enquanto gestora pública e continuei refletindo. Eu já estava fazendo o que tinha que fazer para proteger meu corpo físico. Eu me amo. E fiz uma opção”, afirmou.









