Nos últimos dias, muito se tem falado sobre as pesquisas eleitorais para o cargo de presidente da república. Os dados geram muita desconfiança entre os eleitores. Desde as eleições de 2018, grupos de pesquisas como Data Folha, IPEC, etc; vem errando em seus resultados e deixando a população atenta aos números. Em 2018, na semana da eleição, foi apresentada uma pesquisa do Data Folha, que pertence ao consórcio de imprensa: Globo, Uol, Folha de São Paulo, etc; onde o atual presidente da república perdia em todos os cenários para todos os seus concorrentes no segundo turno, e hoje sabemos qual foi o resultado.
Em 2020, nas eleições municipais, na maioria das prefeituras,os números das pesquisas também não foi assertiva. Pesquisando mais a fundo, vimos que as pesquisas eleitorais geralmente favorece a candidatos do sistema, como já disse um presidente de um dos maiores institutos de pesquisa no Brasil “a pesquisa favorece quem compra”. Juntado a esses fatos e a desconfiança da população, podemos ver um descrédito total em pesquisas eleitorais, principalmente no senário atual onde quase todas as pesquisas aponta a vitória do ex-presidiário Lula, mas com números completamente diferentes entre si. Umas chegam dar uma diferença de mais de 10 pontos percentuais.
São pesquisas realizadas por diferentes institutos, mas em dias recentes, todo esses números convergem com que vimos nas ruas, onde o presidente que está em segundo lugar nestas pesquisas, praticamente não tem chance alguma, mas atrai multidões por onde vai.
Já o outro, o ex- presidiário preferido da classe artística, bancos, sindicatos, Rede Globo e intelectuais marxistas não consegue atrair ninguém, com comícios vazios e impedido de sair nas ruas pelo próprio partido para evitar as vaias da população.
Fica muito nítido a falta de profissionalismo ou falha na metodologia dos institutos de pesquisa, pois é impossível usarem um método cientifico corretamente para tal finalidade parcial, pois seus números não condizem com a realidade, bastamos ver, como disse, as manifestações de 7 de setembro em todo o Brasil em apoio ao presidente Bolsonaro e ao compararmos com os comícios do ex- presidiário. Vejamos a popularidade entre os candidatos que absurdamente contraria todas as pesquisas sem contar que elas têm um histórico de erros nas ultimas eleições. A única certeza que temosé de que a credibilidade das pesquisas estão em descredito, pois a população hoje não acredita mais nesses institutos.

*Alexandre Maske tem formação superior em processos gerenciais, é pós-graduado em políticas nacionais e é técnico em planejamento integrado











