O prefeito de Campos, Wladimir Garotinho, criticou a decisão da justiça de suspender o concurso da Educação de Campos. Nas redes sociais nesta sexta-feira (13), o mandatário classificou como“ativismo ideológico”. Na mesma publicação, classifica como “equivocada” a decisão liminar. A Justiça negou o recurso da Prefeitura, que tentava retomar o concurso, suspenso por questionamentos sobre o percentual de cotas raciais previsto no edital.
“Tal interferência externa, provocada pela Defensoria Pública, mais se assemelha com ativismo ideológico em querer impor suas convicções pessoais do que com a real missão institucional que deve ser exercida em defesa da população”, escreveu.
De acordo com Wladimir, este é o primeiro “da história da cidade a possuir percentual destinado a negros, indígenas e quilombolas, conforme lei encaminhada pelo executivo e aprovada na Câmara de Vereadores, onde se definiu as regras”. “A prefeitura vai seguir recorrendo da decisão, mas os prazos do tão esperado e sonhado concurso terão que ser remarcados e/ou adiados”.
A Defensoria Pública informou que propôs acordo para ajuste do edital, defendendo percentual de cotas alinhado à legislação federal, em torno de 30%. O edital publicado reservava apenas 10% das vagas para as cotas citadas.










