O pai de João Victor Alves Silva, jovem soldado do Exército em Campos que morreu após passar mal em treinamento, disse que o filho estava bem de saúde e que deixou cursos que fazia no Senai e no IFF para servir o 56 Batalhão de Infantaria.
De acordo com Edvaldo Soares da Silva, no último domingo, ele deixou o filho saudável, bem, como sempre esteve no Exército em Campos e foi surpreendido com uma ligação na noite desta quarta-feira, dizendo que João havia morrido.
Revoltado, ele diz que vai à justiça pela omissão do comando do Exército em Campos. Segundo ele, além de não darem nenhum suporte na hora em que o rapaz sentiu-se mal, nenhum represente do Exército esteve no Instituto Médico Legal para comunicar nada a família e nem tampouco prestar solidariedade.
“João não tomava nem um dipirona para dor de cabeça. Ele tinha uma saúde ótima. Vamos apurar o que aconteceu e buscar justiça. O laudo causa mortis apontou que ele morreu de infarto”, disse.
João Victor estava há dois meses no Exército. A principal suspeita da família é de que o rapaz tenha tido excesso de aptidão física, já que ele fez todos os testes antes de entrar para a corporação e estava bem de saúde.









