Na semana passada, o jornal Notícia Urbana noticiou que Diogo Viola de Nadai, acusado de ser o mandante da morte da companheira e do filho, em Campos, era empresário e professor de química do Isntituto Federal Fluminense, campus Centro. Após a prisão dele, que aconteceu na noite desta terça-feira (7), o jornal NU teve acesso a outras informações que constam na investigação da Polícia Civil.
Segundo as investigações, no dia em que Letycia Peixoto Fonseca fora assassinada, Diogo dormiu na casa de familiares dela. Aparentando estar consternado, ele ainda viu o filho, o pequeno Hugo, que nasceu prematuro, ficar internado e vir a óbito no dia seguinte. Diogo era casado no papel com outra mulher, que, segundo a polícia, não tem participação no crime. Contudo, já morava com Letycia com quem tinha uma união estável. Portanto, ao contrário do que foi especulado, ela não era amante dele.
Diogo prestou depoimento à polícia logo depois que Letycia morreu. Naquela ocasião, negara ser o mandante do crime. Ele foi solto e, após a polícia pedir à justiça mandado de prisão temporária para, ele foi preso junto com uma pessoa que intermediou a execução e com o dono da moto usado no crime. Os criminosos que atiraram e deram fuga já haviam sido presos no fim de semana.
Conforme adiantado na semana passada pelo NU, Diogo também era professor e lecionava no IFF, local onde conheceu a então aluna Letycia Peixoto. Posteriormente, deram início ao relacionamento. No ano passado, ela engravidou e, aparentemente, ele também desejava o filho. Imagens obtidas pelo NU mostram o casal em várias fotos.
Ainda não está muito claro para a Polícia Civil o que pode ter motivado o crime. Diogo se negou a fazer exame de DNA para confirmar a paternidade de Hugo. Está previsto para as próximas horas uma entrevista coletiva, onde a delegada responsável pelo caso, Nathália Patrão, passará novas informações.









