A sessão da Câmara de Vereadores desta terça-feira (19) foi marcada por mais confusão, com a entrada do público proibida e com a limitação de até dois assessores por vereador. A imprensa foi autorizada a entrar. As confusões tiveram início antes mesmo de a sessão começar quando alguns assessores foram impedidos de entrar no plenário.
O presidente da casa, o vereador Fábio Ribeiro, solicitou a todos os vereadores uma reunião interna, possivelmente na tentativa de acalmar os ânimos que estão exacerbados desde a eleição da mesa diretora, quando Ribeiro foi derrotado. Durante a sessão, basicamente composta por indicações simples e um Projeto de Lei do gabinete do prefeito, os ânimos voltaram a ficar exaltados e a sessão foi suspensa por cerca de uma hora.
Na tribuna, o vereador Nildo Cardoso ressaltou que ele está bem de saúde e desmentiu fake news que surgiu nas redes sociais instantes antes de a sessão começar, onde boatos diziam que ele teria passado mal e estava internado no Hospital Ferreira Machado. “Na próxima sessão, eu vou dizer o nome do vagabundo, que não tem o que fazer, que inventou isso”, bradou Cardoso.
O vereador Marquinho Bacelar trouxe à tona a possível cassação que apenas três vereadores pediram para os 13 vereadores de oposição. “Sou oposição ao governo Wladimir, mas não faço oposição à Câmara. Os 25 vereadores dessa casa têm que ficarem unidos. Estou aguardando a minha cassação. No dia que isso acontecer, se isso acontecer, eu deixo o coleguismo contra esses três vereadores canalhas”, afirmou.
Antes dos trabalhos serem encerrados, o vereador Juninho Virgílio usou a tribuna para afirmar que não se trata de cassação dos 13 vereadores, mas de perda de mandato. Segundo ele, não são três vereadores que querem a perda de mandato, mas a mesa diretora da Câmara por eles (os vereadores de oposição) terem supostamente descumprido o regimento da casa e a Lei Orgânica do município.









