A boemia e o comércio regional perderam uma de suas figuras mais emblemáticas com o falecimento de Cláudio Manhães, o icônico proprietário do Bar do Gordo. Conhecido pela hospitalidade e por transformar seu estabelecimento em um ponto de encontro tradicional de gerações, Cláudio deixa um vazio profundo entre clientes, amigos e familiares que frequentavam o espaço em busca de boa conversa e do ambiente acolhedor que ele fazia questão de manter.
Ao longo de décadas de atuação, o Bar do Gordo consolidou-se como um patrimônio cultural informal da cidade, onde a presença marcante de Cláudio era o principal atrativo. Sua trajetória confunde-se com a própria história do desenvolvimento urbano local, tornando-o uma referência de carisma, dedicação ao trabalho e espírito comunitário. As demonstrações de luto e as homenagens que começaram a surgir logo após a confirmação de sua partida reforçam o impacto de sua liderança afetiva na região.
O sepultamento e os atos de despedida reúnem a comunidade em um momento de dor e reconhecimento, celebrando não apenas o comerciante persistente, mas o cidadão que dedicou a vida a acolher as pessoas. O reflexo de sua ausência será sentido no cotidiano das ruas que ele ajudou a movimentar, restando agora a missão de preservar a memória de um dos personagens mais queridos do comércio popular.










