As movimentações políticas para as eleições de 2026 indicam que o nome do vereador Marquinho Bacellar (União Brasil), ex-presidente da Câmara de Campos, ganha força para uma eventual disputa à Câmara Federal.
Essa estratégia faz parte de um redesenho do grupo político liderado por sua família, especialmente após os recentes acontecimentos envolvendo seu irmão, Rodrigo Bacellar.
Reeleito em 2024 com uma votação expressiva de 5.345 votos, Marquinho tem utilizado sua gestão na Casa de Leis para fortalecer sua imagem como liderança regional, focando na valorização dos servidores e na abertura do Legislativo à participação popular.
A Estratégia de Grupo e o “Fator Rodrigo”
A possível candidatura de Marquinho não é um movimento isolado. Ela faz parte de uma reorganização estratégica liderada por seu irmão, Rodrigo Bacellar, ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ).
Embora Rodrigo tenha sido apontado ao longo de 2025 como um forte nome para o Governo do Estado ou para o Senado, o cenário sofreu turbulências no final do ano passado. Após enfrentar investigações e um período de licença da ALERJ entre dezembro de 2025 e fevereiro de 2026, Rodrigo agora atua nos bastidores para garantir que o “clã Bacellar” tenha uma voz direta no Congresso Nacional.
“A ideia é ter alguém de extrema confiança em Brasília para articular emendas e projetos que atendam diretamente a Campos e aos municípios vizinhos”, afirma um interlocutor do partido.
Em solo campista, Marquinho mantém uma postura de oposição firme, mas institucional, ao governo do prefeito Wladimir Garotinho.
Nas redes sociais, a pré-candidatura de Marquinho à uma cadeira em Brasília já em dada como certa por amigos, simpatizantes e cabos eleitorais.










