Um abaixo-assinado foi lançado para que a livraria “Ao livro verde”, a mais antiga do Brasil, fundada em 1844, seja preservada. A iniciativa é chamar atenção do poder Executivo Municipal e Câmara de Vereadores para uma solução. O patrimônio cultural ainda vislumbra um futuro próspero. O espaço passa por uma grave crise financeira, correndo o risco de falir, desta forma, fechar as portas. O extinto Monitor Campista, um dos jornais mais antigos do Brasil, informou o começo da trajetória do comércio literário. Sobre maiores informações dos recentes atos, basta ir até o estabelecimento comercial.
As entidades de cultura de Campos querem uma avaliação detalhada de uma equipe técnica especializada, possibilidades e evitar o fechamento. Recentemente, na livraria localizada no Centro da cidade, um ato foi realizado pelos campistas, que lutam pela conservação da loja.
O extinto jornal O Monitor Campista, em sua edição nº 419 de 02/07/1844, noticiou:
Loja do Livro Verde
José Vaz Correia Coimbra e C.ª, annuncião ao respeitável publico que acabão de abrir sua casa de negocio, com a denominação acima especificada, na qual se acha para vender o seguinte: um variado sortimento de obras e mais pertences para escolas de instrucção primariae secundaria de latim e francez, bem como novellas, historias e romances; musica de cantoria e para pianno, e vários instrumentos de corda e sopro; papel almaço e de peso de differentes qualidades, dito de Hollanda, e outros accessorios para escriptorio; perfumarias, miudesas, livros pautados e em branco, um lindo sortimento de jóias do ultimo gosto, drogas medicianaes e para pintura, broxas e papelão de números sortidos, o verdadeiro rapé Bernardes, que já supre a falta do princesa de Lisboa, excellente chá hisson, bem como outros muitos artigos que se hão de annunciar. Os annunciantes se propõem a servir e por preços razoáveis, as pessoas que queirão honrar com sua confiança.
Lembramos que a notícia foi retirada do arquivo do jornal O Monitor Campista.








