Nesta quarta-feira (21), o jornal Notícia Urbana mostrou que pacientes crônicos renais estão sem fazer hemodiálise porque as ambulâncias de Campos não têm gasolina. Mas se engana que esse é o problema mais sério da saúde da cidade. O tomógrafo do Hospital Ferreira Machado (HFM), que volta e meia apresenta problema, voltou a quebrar nesta semana e está fora de operação, comprometendo o atendimento, inclusive com necessidade de transferência de pacientes.
De acordo com funcionários da unidade hospitalar, esta é a segunda vez neste ano que o equipamento parou de funcionar.
A superintendência do Hospital Ferreira Machado informou que a equipe técnica da empresa General Eletric (GE), responsável pela manutenção, foi acionada e identificou a necessidade de reposição de uma peça importada e cuja compra já foi solicitada pela empresa.
De acordo com a superintendência, o contrato de manutenção preventiva/corretiva, com assistência técnica oficial do aparelho, está vigente. “De acordo com os técnicos, a principal causa dos problemas no equipamento tem sido o uso intenso, que tornou-se ainda maior com a pandemia da Covid-19. O volume de exames aumentou visando diagnóstico da doença, assim como a necessidade de realização da tomografia para transferências e internações”, informou a superintendência do HFM em nota.
Os pacientes que necessitam do exame estão sendo encaminhados para o Hospital Geral de Guarus (HGG) até que o tomógrafo seja recuperado. Procurada, a assessoria da prefeitura ainda não se posicionou sobre a precariedade na saúde da cidade.









