No início deste mês, no dia 9 de agosto, o jornal Notícia Urbana publicou uma reportagem investigativa, mostrando o suposto abuso de autoridade por parte de alguns guardas municipais que trabalham no Shopping Estrada. Mais do que isso, o jornal Notícia Urbana descobriu um suposto esquema entre alguns agentes da GCM com o estacionamento privado do local.
Segundo denúncias de comerciantes, taxistas, motoristas e motoristas de aplicativo, alguns guardas que atuam no guichê do Shopping Estrada estariam aplicando multas sem critério,apenas com o objetivo de induzir motoristas a estacionarem dentro do estacionamento privado. No dia da notícia, nosssos repórteres fizeram contato com um rapaz que estava no estacionamento. Ele, contudo, se negou a passar informações sobre o proprietário do estabelecimento. Após reportagem publicada, Aloísio de Carvalho Oliveira fez contato com a redação, negando os supostos esquemas de propina para alguns GCMs.
De acordo com Aluísio, as denúncias são totalmente infundadas, visto que, ele não pactua com nada que seja ilegal ou imoral. “Em relação a acusação feita por supostos taxistas, sem ao menos se informarem antes de publicar a matéria, deixo claro que tal acusação é leviana. Atuo ali há mais de vinte anos, sempre com lisura e transparência”, garantiu.
Em nota, a prefeitura informou que os agentes de trânsito devem priorizar suas ações no sentido de coibir a prática das infrações de trânsito garantindo o direito de todos. Uma vez constatada a infração o agente tem o dever legal de autuar, devendo tratar a todos com respeito, sem, contudo, omitir-se das providências que a lei lhe determina. A Lei garante aos motoristas o direito de recorrer no caso de discordância com relação à notificação. Os infratores têm o prazo de 30 dias para recorrer. O órgão julgador desses recursos é a Jari (Junta Administrativa de Recursos de Infrações).









