Os amigos e simpatizantes de “Ao Livro Verde” realizaram um ato para o comércio litarário não encerrar as atividades. A manifestação aconteceu no Centro de Campos. Vale lembrar que eles estão representando a livraria mais antiga do Brasil. O protesto foi convocado com urgência devido a difícil situação financeira em que vive o espaço.
O diretor artísitico do Museu Histórico de Campos, Guilherme Freytas, falou da importância do local e apontou que a livraria é uma conquista do Povo Brasileiro, além de ser uma grife mundial.
“A livraria é um local muito importante para os nossos escritores, pela exposição e pala oportunidade de lançarem suas obras. A livraria mais antiga da América do Sul tem sim que ser valorizada”, ressaltou também diretor de artes.
Já a escritora a jovem escritora, Ana Souza, disse que o conceito-histórico do país é de relevância e vive dentro do espaço, entretando a luta é resistir. “É tempo de ressignificar a Livro verde. Em uma época tão digital é importante relembrarmos o valor das nossas raízes, da nossa cultura e do nosso Patrimônio. A livro verde vive, a livro verde é resistência”, enfatizou Ana.








